quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Jorge Aragão - Conselho




Deixe de lado esse baixo astral
Ergua a cabeça enfrente o mal
Agindo assim será vital para o teu coração
É que em cada experiência se aprende uma lição
Eu já sofri por amar assim
Me dediquei mas foi tudo em vão
Pra que se lamentar
Se em tua vida pode encontrar
Quem te ame com toda força e ardor
Assim sucumbirá a dor
Tem que lutar
Não se abater
Só se entregar
A quem te merecer
Não estou dando nem vendendo
Como o ditado diz
O meu conselho é pra te ver feliz
Deixe de lado esse baixo astral
Erga a cabeça enfrente o mal
Que agindo assim será vital para o seu coração
É que em cada experiência se aprende uma lição
Eu já sofri por amar assim
Me dediquei mas foi tudo em vão
Pra que se lamentar
Se em sua vida pode encontrar
Quem te ame com toda força e ardor
Pois só Assim sucumbirá a dor (tem que lutar)
Tem que lutar
Não se abater
Só se entregar
A quem te merecer
Não estou dando nem vendendo
Como o ditado diz
O meu conselho é pra te ver feliz

domingo, 27 de novembro de 2011

ANIVERSÁRIO DA SARAH NO OUT BACK

Ontem foi aniversário da Sarah!
Comemoramos no Out Back do Shopping Market Place!
Rimos muito! Foi bem divertido!
PARABÉNS SARINHAH!!!!!





Só no refil....





Ostra feliz não faz pérola

Ostra feliz não faz pérolas!
 
As pérolas são feridas curadas, são produtos da dor. Resultado de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.
A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa
chamada nácar. 

Quando um grão de areia penetra as células do nácar, eles  começam a trabalhar e cobrem 
o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola é formada. 

Uma ostra que não foi ferida de algum modo, não produz pérola, pois a pérola é uma ferida cicatrizada. Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Você já sentiu que seu
mundo está para desmoronar, que nada dá certo, que os problemas rondam você?
Você já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas?
Então produza uma pérola! 

Cubra sua dor, suas mágoas, suas rejeições sofridas com camadas de amor. Lembre-se apenas de que uma ostra que não foi ferida jamais poderá produzir pérolas. E que as pérolas são feridas cicatrizadas. 

O processo de produzir a pérola é a resposta que um pequeno ser pode dar ao insulto que recebe, ao estranho que entra no seu mundo e que o machuca. Podemos dizer então que a pérola
é a resposta da ostra quando machucada. 

Eu não sei o que você faz das suas dores. Eu não sei o que você faz dos insultos que recebe.
Eu não sei o que você faz das dificuldades na sua vida. Eu nãosei como é que você lida com aquilo que nós consideramos sofrimento. Eu só sei que a sabedoria nos ensina
que quando uma dor nos toca, de alguma forma, uma redenção já se aproxima, porque a redenção só é possível no momento em que a gente descobre o significado do sofrimento. 

Há pessoas que sofrem por sofrer. Há pessoas que descobrem o significado do sofrimento.
E você já parou para pensar que, quanto mais uma pessoa sofre, mais histórias ela tem para contar depois? E que quanto maior é o sofrimento maior é o ensinamento que fica dele? 

Eu sei que é difícil, eu sei que não é fácil utilizar-se dessa linguagem. Eu sei que na prática, 
quando o sofrimento nos envolve, é difícil a gente descobrir um significado para ele.
Mas nós não podemos negar que a gente vai ficando sábio à medida que a gente vai descobrindo o jeito de lidar com a vida.
 
Que todas as suas feridas possam, em breve, se transformar em pérolas! 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

TEMPO DE AMOLAR O MACHADO

Tempo de amolar o machado
        Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador da região onde morava, cortava e empilhava madeiras das árvores que cortava.
        O jovem o admirava, e o seu desejo permanente era de, um dia, tornar-se tão bom, senão melhor, que aquele homem, no ofício de cortar madeira.
        Certo dia, o rapaz resolveu procurar o velho lenhador, no propósito de aprender com quem mais sabia.
        Enfim ele poderia tornar-se o melhor lenhador que aquela cidade já tinha ouvido falar.
        Passados apenas alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo, e que aquele senhor não era tão bom assim quanto falavam.
        Impetuoso, afrontou o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho, quem cortaria mais árvores.
        O experiente lenhador aceitou, sabendo que seria uma oportunidade para dar uma lição ao jovem arrogante.
        Lá se foram os dois decidir quem seria o melhor.
        De um lado, o jovem, forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores sem parar.
        Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho, silencioso, tranqüilo, também firme e sem demonstrar nenhum cansaço.
        Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador, e qual não foi a sua surpresa, ao vê-lo sentado.

        O jovem sorriu e pensou: Além de velho e cansado, está ficando tolo. Por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?

        Assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.

        Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois, e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e medição.

        Para a admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado quase duas vezes mais árvores que o jovem desafiante.

        Este, espantado e irritado, ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, se, uma ou duas vezes que parara para olhar, o vira sentado e tranqüilo.

        Ele, ao contrário, não havia parado ou descansado nenhuma vez.

        O velho, sabiamente, lhe respondeu:

        Todas as vezes que você me via assentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando o meu machado!

                                                        * * *

        Reflitamos sobre o ensino trazido pelo conto.

        Obviamente, com um machado mais afiado, o poder de corte do velho lenhador era muito superior ao do jovem.

        Este, embora mais vigoroso na força, certamente não percebeu que, com o tempo, seu machado perdia o fio, e com isso perdia a eficácia.

        Quando chegamos em determinadas épocas de nossas vidas, como o fim de mais um ano de trabalho, de esforço, de empreendimento, esta lição pode ser muito bem aplicada.

        É tempo de amolar o machado!

        Embora achemos que não possamos parar, que tempo é dinheiro, que vamos ficar para trás, perceberemos, na prática, que se não pararmos para amolar o machado, de tempos em tempos, não conseguiremos êxito.

        Amolar o machado não é apenas descansar o corpo, é também refletir, avaliar, limpar a mente e reorganizar o nosso íntimo.

        Amolar o machado é raciocinar, usar da inteligência para descobrir se estamos usando nossas forças da melhor forma possível.

        Assim, guardemos algum tempo para essas práticas realmente necessárias, e veremos, mais tarde, que nosso machado poderá cortar as árvores com muito mais eficiência. 
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

X-MEN PRIMEIRA CLASSE

AMO O DESENHO X-MEN!!!! DEPOIS AMEI OS FILMES! TENHO A TRILOGIA E JÁ ASSISTI ALGUMAS DEZENAS DE VEZES!
COMPREI PIRATA O X-MEN PRIMEIRA CLASSE, MAS NÃO FUNCIONOU! ENQUANTO NÃO COMPREI UM ORIGINAL NÃO SOSSEGUEI!
JÁ ASSISTI 2 VEZES EM 20 DIAS! E SIMPLESMENTE ADORO!
RECOMENDO, PORQUE EU ADORO! ACHO A HISTÓRIA ENVOLVENTE! GOSTO DOS EFEITOS! E ADORO O ASSUNTO MUTANTES RSRSRS
ESPERO QUE VOCÊS CURTAM TB!
BJS


Conta a história do épico início da saga dos X-Men e revela a história secreta de famosos eventos globais. Antes dos mutantes se revelarem ao mundo, e antes de Charles Xavier e Erik Lensherr assumirem os nomes de Professor X e Magneto, havia dois jovens descobrindo seus poderes. Nada de arqui-inimigos: naquela época, eles eram amigos íntimos e trabalhavam junto com outros mutantes (algo familiar, algo novo) para deter o Armagedom. Nesse processo, uma grave desavença aconteceu, dando origem à eterna guerra entre a Irmandade de Magneto e os X-Men do Professor X.

FILME - NÃO SE PREOCUPE NADA VAI DAR CERTO

BOA FORMA DE DIVERSÃO E LAZER! PARA RELAXAR A CABEÇA E CONTRAIR O ABDÔMEN DE TANTO RIR!
ACABEI DE VOLTAR DO CINEMA E REVER ESSE FILME! PAGUEI SÓ R$ 2,00 COM A PROMOÇÃO, INFELIZMENTE ANUAL, DE CINEMA BRASILEIRO!
MAS FICA A DICA! ANO QUE VEM SE LIGA!
BJS


Lalau (Gregório Duvivier) viaja  pelo interior do Brasil se apresentando com um show de piadas. Seu pai, Ramon Velasco (Tarcísio Meira), também é um comediante do show e empresário do filho. Certo dia, Lalau recebe uma proposta milionária para usar seus talentos e fingir ser um famoso Guru em uma palestra motivacional. Em nome da grana, ele aceita a proposta rapidinho mas algo não dá certo e Lalau precisa mais uma vez da ajuda de seu pai que, nas situações mais complicadas, solta o velho bordão: "Não se preocupe, nada vai dar certo".

Li, mas não recomendo

A não ser que você queria uma leitura, bem simples! Sem nada para acrescentar na vida, só para passar o tempo. Divertir-se sem maiores pretensões de lição de vida ou coisa que o valha!


“Beber, Jogar e F@#er” traz a história de Bob Sullivan um executivo de sucesso que não tem um casamento bom (clichê!). Relacionamento ruim termina em quê, senhoras e senhores? Traição!

Arruinado (mas com dinheiro no bolso, óbvio) Bob resolve “despirocar” e fazer - em um ano - tudo aquilo que deixou de experimentar ao se casar .
Para isso, o executivo escolhe três destinos: Irlanda, Las Vegas e Tailândia. Na Irlanda (o país onde beber em doses "cavalares" é prazer - e não vício), ele acaba por conhecer todas (ou quase todas) as espécies de drinques e bares disponíveis (que não tocam U2, pasmem!).

Depois, ele vai para Las Vegas jogar, faturar (e perder tudo pra gente rir) nos famosos cassinos da cidade. Lá, ele acaba conhecendo o que chama de “guru” (momento que o autor dá uma alfinetada nos livros de auto-ajuda).

Na parte final do romance o protagonista vai à Tailândia em busca dos “prazeres da carne” (e eu não estou falando de rodízio...) e experimenta coisas que quase todo homem sonha.
Mas, se você é um pervertido, desencane, esse trecho de “Beber, Jogar e F@#er” não dá dicas sexuais (procure oKama Sutra para tais fins...), mas traz um relato sem compromisso e engraçado, fazendo com que o leitor se identifique com Bob Sullivan.

Claro que nem tudo é perfeito e a obra de Gottlieb (que vai virar filme!) “cai” na armadilha "auto-ajudística" (existe essa expressão?) ao tentar dar uma “liçãozinha” de moral. Mas nada que comprometa (muito) a leitura.

Portanto, relaxe ao ler “Beber, Jogar e F@#er”. O livro não vai mudar a sua vida, mas, com certeza, fará você dar boas risadas.