quinta-feira, 11 de agosto de 2011

POSSO TER DEFEITOS



“ Posso ter defeitos ...
viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
Mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência ...

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar o autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É  agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz e não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo .

É ter coragem para ouvir um não.
É ter segurança para receber uma crítica,
mesmo que injusta “


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

CASA ARRUMADA

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)

Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

"A VIDA é uma pedra de amolar; desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos."
(George Bernard Shaw) 1856-1950


UNS FAZEM ACONTECER. 
OUTROS DIZEM QUE VÃO FAZER!
ESSA É A DIFERENÇA.

Período de Internação para a cirurgia de redução do estomago

 Internei no Hospital Villa Lobos as 5:30 do dia 27/7.
Na euforia de quem quer receber uma solução para um problema de muito tempo.
Só fui operada mesmo as 13:30. Nesse tempo vi TV, dormi e fiquei nervosa pela demora e pela fome.
Quando finalmente fui para o centro cirúrgico, ainda esperei mais uns minutos para o médico terminar a cirurgia que estava fazendo. Foi o único momento que fiquei de verdade ansiosa, com medo, me sentindo só.
No centro cirúrgico foi bem rápido, deitar na maca, colocar respirador, tomar a anestesia e.... quase morrer. Pq eu acho que é isso que acontece quando se toma uma anestesia dessas.
Na volta da anestesia senti mta dor... Aff foi horrível, pois não aguentava mais ficar deitada de frente, mas não tinha força para virar e quando conseguia doía mais.
Eles me deram remédios que foram diminuindo a dor, mas ainda assim era mta.
Queria ficar acordada para voltar logo para o quarto, ficar com minha mãe, sei lá. Achava que no quarto eu ficaria melhor. Mas não conseguia.
Finalmente depois da dor ter ficado quase suportável eu fui pra o quarto. Bom ver sua mãe ali te esperando... Mas queria parar de sentir a dor. E não havia posição que eu ficasse para parar. No fim que resignei a ficar na mesma posição que estava. Acordava e dormia durante aquele primeiro dia.
a noite meu pai veio me ver.
A noite ainda vieram me dar mais remédio e uma fisioterapeuta veio fazer exercício comigo. De noite, ninguém merece... eu tava dormindo, mas tudo bem.
Era muito difícil respirar fundo, doi na barriga, já que o abrir e fechar da caixa torácica fazia mexer tudo lá dentro. Enfim foi uma novela. Mas tudo bem ainda tava meio topada.
Na quinta-feira, acordei e me deram uma água azul para beber. Pois tinha que verificar se não saia pelo dreno nada azul. O que indicaria que estava tudo bem fechado. Demorei para beber pq além de ser ruim estava com um pouco de dor, sentindo que tem algo estranho no estomago.
Tomei banho, com a ajuda da minha mãe e ainda meio desengonçada!
Um dos médicos que fez minha cirurgia veio me ver. Gatinho, por sinal! Apertou minha barriga, disse para eu andar e terminar de tomar a água com azul de metileno. Assim ele poderia liberar a "minha dieta". Também viu o líquido do meu dreno e foi dizendo que voltaria no dia seguinte!
Na hora do almoço meu pai e Lara vieram me ver.
Passei o dia, vendo TV, mexendo no lap top do meu pai que ele levou para mim e falando com algumas pessoas pelo telefone.
No fim da tarde a Lu, Gai, Duda, Tata e Dudu vieram me visitar, aí foi aquela conversa e eu ainda meio cansada, mas foi bom. Fez o tempo passar mais depressa!
Ah sim! A "dieta" o dia inteiro: chá e gelatina. Nem conseguia comer tudo e já vinha mais.
Minha mãe arrumava meu cabelo não sei quantas vezes e 4 vezes no dia vinham os enfermeiros colocarem soro e medicamento. Além de 3 visitas de fisioterapeuta para eu me movimentar. Um deles até me levou para andar no andar do quarto.
Na sexta passamos o dia esperando o médico vir e dar alta. Minha mãe ficou um pilha!
Dormi muito esperando. Minha mãe me deixou quase pronta para sair e me fez andar muito pelos corredores, Enquanto eu dormia até para a clinica de gastro ligou.
Enfim as 13hs mais ou menos o médico veio (o mesmo gatinho do dia anterior), me olhou mto rapidamente e me deu alta.
Minhas coisas já estavam arrumadas e minha mãe logo foi saindo pegando os papéis e descemos. Esperamos um pouco meu pai que chegou depois de 10 minutinhos.
O sacudir do carro foi horrível. Nossa como doía!
Enfim em casa. Hora de descansar e iniciar mais um etapa: o pós cirúrgico!
Ah sim! Quem registrou esses momentos foi Mutti! Ela ali do lado o tempo todo!

Esperando a cirurgia

Voltando para casa no carro de Papis

No dia seguinte da cirurgia, ainda meio dopada.

Língua azul, por causa do azul de metileno!

Mutti, minha enfermeira particular mais amada!

Um dos enfermeiros. Aff como eles entram falando alto nos quartos.

Lara

Vatti

Sentada no sofá


Cuidando da minha cidade no Facebook


Tata

Gai

Duda

Lu

Dudu

No celular

"Eu ando pelo mundo..."

Olha o dreno!

Praça São Lourenço

Na última saída para comer antes da cirurgia de estomago!

A última sobremesa: Petit gateu. Delicioso!

Gai, minha mãe e eu. Quem tirou a foto foi meu pai!


Eu e minha madrinha!


Gai e Mutti

Martini de Melancia! Delicia!

O prato q eu comi! Delicioso e bonito de ver!

sábado, 16 de julho de 2011

quinta-feira, 30 de junho de 2011

MULHERES CARAS

“Foi num longo bate papo entre mulheres que descobri que é fácil classificá-las por seu valor:
Cara é a mulher que quando a vida lhe deu um limão fez logo a limonada. Uma jarra enorme, gelada e adoçada.Barata é a que ficou azeda.
Cara é a mulher que diante dos sonhos desfeitos, reorganizou-os como pode, juntou caquinhos no chão, catou migalhas, mas se refez.Mulher barata é a que manteve sonhos extintos, virou o pesadelo dos que a cercam e nunca acordou
.Cara é a mulher que descobriu seu corpo, apaixonou-se pelos seus defeitos e aprendeu a exibir-se com a maestria de quem é segura de seu poder.Barata é aquela que nem sabe como é, não ousou se conhecer e vive tentando se esconder.Mulher cara tem brilho nos olhos.Barata só tem rugas.
Cara é a mulher que saiu a luta, foi ao fundo do poço e…voltou!Barata é quem vive nas bordas, dependurada, sem coragem de se soltar.
Cara é a mulher que muda de casa, de cidade, de país, de marido, de namorado, de emprego quantas vezes for preciso mas se mantém fiel aos seus princípios.Barata até muda, mas só a casca. Por dentro mantém as paredes rachadas, o relacionamento falido, o fracassado passado.
Cara é a mulher que tem assunto: Fala de política, moda, cozinha e amor com a mesma desenvoltura.Barata só fala dos outros, porque de si mesma nada tem de interessante para contar.
A mulher cara ri a toa, é feliz com o que tem, e de tão bem humorada ri até de si mesma.A mulher barata é carrancuda. Reflete por fora o que realmente é por dentro, não sorri…finge.
Mulher cara tem amigos. Muitos. Verdadeiros e pela vida inteira. Amigos que a admiram e defendem até debaixo d’água.A barata tem conhecidos. Gente que foge como o diabo da cruz mas que quando não tem jeito…a aturam.
A cara é desprendida e solta.A barata é pegajosa.A cara é leve e livre.A barata é pesada e presa.
Mulher cara tem preço sim e sabe disso. É rara no mercado.Mulher barata tem aos montes. Pilhas, lotes, containers lotados! 
Porque …ahh essas ninguém quer!”